Minha alma veste cinza.
A cor da tempestade que se avizinha, da guimba de cigarro desprezado, da rocha fria que aguarda o passo.
Um cinza distante, como lembranças que já não doem e nem aquecem.
Nesse estado, meu coração não afunda nem voa. Apenas paira. Sereno, silencioso, ameno, mas sobretudo estável e talvez irredutível.

Comunista
ResponderExcluirKkkkkk, obrigado amiga
Excluir